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Samaras, afirmou hoje que os cortes de 11,5 bilhões de euros em gastos será o
último pacote de austeridade imposto à população grega, pois a economia do
país não pode receber mais impactos desse tipo. As informações são do
periódico "Kathimerini".
Em um discurso aos oficiais do seu partido, o Nova Democracia, Samaras,
porém, ressaltou que ainda são necessários sacrifícios para assegurar a
posição do país na eurozona. Segundo ele, as medidas de austeridade serão
ofuscadas pelas reformas estruturais e por um programa ousado de
privatizações, que vai impulsionar o crescimento depois de cinco anos em
recessão.
Samaras admitiu que muitas das medidas são "difíceis e dolorosas", mas
são também "inevitáveis". "Sem isso o país vai retornar a credibilidade
zero e vai precisar efetivamente deixar a eurozona", completou.
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