São Paulo, 26 de setembro de 2013 - O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos - soma de todos os bens e serviços produzidos no país - subiu 2,5% no segundo trimestre deste ano na comparação com o primeiro trimestre, segundo dados anualizados e revisados divulgados pelo Departamento do Comércio. Analistas esperavam alta de 2,6%.
O governo dos Estados Unidos havia divulgado originalmente que o PIB do segundo trimestre cresceu 1,7% ante o primeiro trimestre e posteriormente revisou esta variação para 2,5%. Os dados apresentados hoje correspondem à terceira leitura do indicador e não foram alterados em relação à segunda
leitura.
O crescimento do PIB refletiu as contribuições positivas dos gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), exportações, investimento em estoques privados, investimentos não residenciais e investimentos residenciais, que foram parcialmente compensadas pela contribuição negativa dos gastos do
governo federal e de governos locais. As importações, que representam uma subtração no cálculo do PIB, aumentaram.
Os gastos reais com consumo pessoal aumentaram 1,8% no segundo trimestre (sem revisão em relação à segunda leitura) em comparação com uma expansão de 2,3% no primeiro trimestre. Os gastos com bens duráveis subiram 6,2% no segundo trimestre (revisão de +0,1 ponto porcentual), após alta de 5,8% nos
três meses anteriores. Os gastos com bens não-duráveis registraram aumento de 1,6% (revisão de -0,2 pp) ante alta de 2,7% no primeiro trimestre deste ano. Os serviços cresceram 1,2% (revisão de +0,1 pp), ante expansão de 1,5% no primeiro trimestre.
O índice de preços para compras domésticas brutas, que mede os preços pagos por cidadãos norte-americanos, subiu 0,2% no segundo trimestre (revisão de -0,1 pp), ante alta de 1,2% no primeiro trimestre de 2013. Excluindo preços de alimentos e energia, o índice teve alta de 0,8% (revisão de -0,1 pp) no
segundo trimestre, em comparação com alta de 1,4% no primeiro trimestre.
Os gastos públicos (consumo do governo e investimentos brutos) caíram 1,6%no se gundo trimestre (sem revisão), ante queda de 8,4% do primeiro trimestre. Gastos com defesa caíram 0,6% (sem revisão), após recuo de 11,2%. Fora defesa, os gastos caíram 3,1% (revisão de +0,1 pp), após queda de 3,6%. Os
gastos do governo com o setor imobiliário e investimentos brutos tiveram alta de 0,4% (revisão de +0,9 pp), depois de uma queda de 1,3% observada no trimestre anterior.
Os estoques privados contribuíram positivamente com 0,41 ponto percentual (antes +0,59 pp) na variação do PIB do segundo trimestre, depois de terem adicionado 0,93 ponto percentual no primeiro trimestre de 2013.
A relação dólar-PIB (o valor de mercado da produção nacional de bens e serviços dos Estados Unidos) subiu 3,1% (revisão de -0,1 pp) ou em US$ 125,7 bilhões no segundo trimestre de 2013, para US$ 16,661 trilhões. No primeiro trimestre a relação dólar-PIB havia aumentado 2,8%, ou em US$ 115 bilhões.
O governo dos Estados Unidos havia divulgado originalmente que o PIB do segundo trimestre cresceu 1,7% ante o primeiro trimestre e posteriormente revisou esta variação para 2,5%. Os dados apresentados hoje correspondem à terceira leitura do indicador e não foram alterados em relação à segunda
leitura.
O crescimento do PIB refletiu as contribuições positivas dos gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), exportações, investimento em estoques privados, investimentos não residenciais e investimentos residenciais, que foram parcialmente compensadas pela contribuição negativa dos gastos do
governo federal e de governos locais. As importações, que representam uma subtração no cálculo do PIB, aumentaram.
Os gastos reais com consumo pessoal aumentaram 1,8% no segundo trimestre (sem revisão em relação à segunda leitura) em comparação com uma expansão de 2,3% no primeiro trimestre. Os gastos com bens duráveis subiram 6,2% no segundo trimestre (revisão de +0,1 ponto porcentual), após alta de 5,8% nos
três meses anteriores. Os gastos com bens não-duráveis registraram aumento de 1,6% (revisão de -0,2 pp) ante alta de 2,7% no primeiro trimestre deste ano. Os serviços cresceram 1,2% (revisão de +0,1 pp), ante expansão de 1,5% no primeiro trimestre.
O índice de preços para compras domésticas brutas, que mede os preços pagos por cidadãos norte-americanos, subiu 0,2% no segundo trimestre (revisão de -0,1 pp), ante alta de 1,2% no primeiro trimestre de 2013. Excluindo preços de alimentos e energia, o índice teve alta de 0,8% (revisão de -0,1 pp) no
segundo trimestre, em comparação com alta de 1,4% no primeiro trimestre.
Os gastos públicos (consumo do governo e investimentos brutos) caíram 1,6%no se gundo trimestre (sem revisão), ante queda de 8,4% do primeiro trimestre. Gastos com defesa caíram 0,6% (sem revisão), após recuo de 11,2%. Fora defesa, os gastos caíram 3,1% (revisão de +0,1 pp), após queda de 3,6%. Os
gastos do governo com o setor imobiliário e investimentos brutos tiveram alta de 0,4% (revisão de +0,9 pp), depois de uma queda de 1,3% observada no trimestre anterior.
Os estoques privados contribuíram positivamente com 0,41 ponto percentual (antes +0,59 pp) na variação do PIB do segundo trimestre, depois de terem adicionado 0,93 ponto percentual no primeiro trimestre de 2013.
A relação dólar-PIB (o valor de mercado da produção nacional de bens e serviços dos Estados Unidos) subiu 3,1% (revisão de -0,1 pp) ou em US$ 125,7 bilhões no segundo trimestre de 2013, para US$ 16,661 trilhões. No primeiro trimestre a relação dólar-PIB havia aumentado 2,8%, ou em US$ 115 bilhões.
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