O foco dos investidores ao redor do mundo continua nos EUA, onde o Federal Reserve poderá ou não modificar seu programa de estímulo financeiro. Foi nesse sentido que os dados da agenda desta sexta-feira foram avaliados, com as bolsas marcando leve viés positivo, ainda que o sentimento de aversão ao risco continue forte. A Bovespa operou no azul durante boa parte do dia, com o apoio das ações de siderurgia. O Ibovespa encerrou em alta de 1,24%, aos 51.538 pontos, e o giro financeiro foi de R$ 8,73 bilhões.
No front americano, os indicadores divulgados durante o dia deram algum alento em tempos de temor pelo futuro do programa Quantitative Easing 3. As construções de moradia iniciadas em julho subiram 5,9% em relação ao mês anterior, totalizando 896 mil unidades. O mercado aguardava um salto consideravelmente maior, de 8,9%. Enquanto isso o sentimento do consumidor ficou em 80,0 em julho, ante 85,1 em julho e estimativa de 85,5.
Para o mercado, esses dados podem fazer o Federal Reserve a pensar melhor antes de diminuir o volume do seu programa de compra de títulos, atualmente em US$ 85 bilhões mensais. Com isso, os índices encontraram apoio para fugir do vermelho, embora as dúvidas e consequentemente o receio de tomar novas posições continue travando o mercado.
O DowJones fechou em queda de 0,20% e o Nasdaq perdeu 0,11%. Em Londres, o FTSE-100 avançou 0,26%, o Cac-40 de Paris subiu 0,75% e o Dax, em Frankfurt, ganhou 0,19%.
Na Bovespa, as siderúrgicas foram ajudadas por informações sobre o aumento de preços, e a proximidade do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira, movimentou os negócios. As maiores altas foram de Fibria (+8,17%), PDG (+8,06%) e Suzano (+6,51%), enquanto BR Malls (-4,21%), Lojas Renner (-2,95%) e Marfrig (-2,56%) lideraram o campo negativo.
No front americano, os indicadores divulgados durante o dia deram algum alento em tempos de temor pelo futuro do programa Quantitative Easing 3. As construções de moradia iniciadas em julho subiram 5,9% em relação ao mês anterior, totalizando 896 mil unidades. O mercado aguardava um salto consideravelmente maior, de 8,9%. Enquanto isso o sentimento do consumidor ficou em 80,0 em julho, ante 85,1 em julho e estimativa de 85,5.
Para o mercado, esses dados podem fazer o Federal Reserve a pensar melhor antes de diminuir o volume do seu programa de compra de títulos, atualmente em US$ 85 bilhões mensais. Com isso, os índices encontraram apoio para fugir do vermelho, embora as dúvidas e consequentemente o receio de tomar novas posições continue travando o mercado.
O DowJones fechou em queda de 0,20% e o Nasdaq perdeu 0,11%. Em Londres, o FTSE-100 avançou 0,26%, o Cac-40 de Paris subiu 0,75% e o Dax, em Frankfurt, ganhou 0,19%.
Na Bovespa, as siderúrgicas foram ajudadas por informações sobre o aumento de preços, e a proximidade do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira, movimentou os negócios. As maiores altas foram de Fibria (+8,17%), PDG (+8,06%) e Suzano (+6,51%), enquanto BR Malls (-4,21%), Lojas Renner (-2,95%) e Marfrig (-2,56%) lideraram o campo negativo.
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